"yoggi de morango sabe a vomitado"
AUF AUF AUF
GRRRR
BÉU BEU BEU
fsssssssssssssst
MIAUUUUUU
"#$%!#"%="$&)"=%)"
lol
hoje não tomei o prozac
baby...just pause that though!

The End. WAKE UP!
mas também aprecio arte nesta altura do ano

Mas é do montanhismo que eu gosto

A temperatura a subir...e o romantismo a descer...
I still havent' found what i'm looking for, with or whithou you, you are the sweetest thing. It's a beautiful day, in mysterious ways i'm stuck in a moment, i feel the elevation when i'm in your kite again. I feel i'm just the one.
Under this electrical storm until the end of the world we carry each other...I'm stuck in a moment, i can't forget your babyface, i wish to say, in a litle while...
I must walk on in the name of love.
This is what i can say by just picking some music titles, i'm a terrible english writter, i recomend Alka-Seltzer after reading this.
Acabei de consultar o resultado do questionário das férias e a maioria não quer que eu tire férias?!
Cumué? Estão todos a ir de férias só eu e mais uns poucos é que cá estamos e vocês não querem que eu vá de férias?! Aposto que é o pessoal que não tem férias que está a votar nessa opção...
Estou a pensar em ir com 2 amigos meus, vai ser o 3º ano que fazemos férias sozinhos...sem as namoradas. Não é o que estão a pensar, não o fazemos para poder ir ao engate, mas sim porque é diferente, não temos que medir os comentários e as farras são à nossa medida...os homens entendem bem o que quero dizer, mas já as mulheres é muito mais complicado convencê-las de que são apenas umas férias entre amigos. Este ano vou fazer mais ou menos um resumo diário do nosso dia a dia em férias, trazemos sempre histórias para contar. Acho que vou aproveitar e registar os melhores momentos aqui.
Oh net que sobressaltas o meu coração!
É muito mais fácil duas pessoas se darem bem num chat que na vida real, talvez por isso que o chat seja um fenómeno da comunicação. A nível de sentimentos acho que não substitui os reais, mas funciona como uma injeção de bem estar e felicidade temporária. É como uma droga que quando estamos a ressacar espetamos a agulha e logo logo ficamos melhor. Há quem diga que é uma tolice esta coisa de "teclar", mas eu digo que tudo o que faça com que as pessoas se sintam bem, e melhor com elas próprias não é uma tolice é uma benção nos dias de hoje.
Já estou a imaginar-me com os meus netos as explicar que a net no meu tempo não era nada assim...dá-me vontade de rir estas "modernices"...
Mas para quê racionalizar? É bom não é? E na minha opinião os efeitos secundários são inofensivos (ora aqui está um bom tema de conversa).
–Duas das nossas galinhas pararam de botar ovos – diz o marido à mulher.
– Como você sabe? – pergunta ela, intrigada.
– Acabo de atropelá-las – responde ele.
-Judy Nelson, Austrália
Então não é que tinha de acontecer mais um insólito na minha vida!
Não é que hoje pela madrugada vi-me envolvido numa cena de polícias e ladrões! Até eu estou meio incrédulo... - Trás a metralhadora! - dizia o p.s.p. marcando na minha cabeça a frase da noite.
Ontem, devido a necessidades do meu trabalho tive de vir ao escritório, coisa que é habitual, principalmente se for fora de horas. À chegada não houve qualquer problema, mas sim à saída. Eram 3 horas, a madrugada já aparentava a sua calma, o prédio em questão, habitado dos escritórios para cima estava silencioso, eu sabia que muito provavelmente era a única pessoa que andaria por ali e muito dificilmente me iria cruzar com alguém na estrada.
Ao chegar a hora de sair, faço o habitual, desligo as luzes da sala, atravesso o hall de entrada, ouvindo apenas os meus próprios passos, desligo a última luz e muito gentilmente fecho a porta para não fazer barulho aquela hora. Ao ouvir o clique confirmativo de porta fechada, dirijo-me para o interruptor das escadas e como é um primeiro andar apenas terei de descer dois lanços de escada, como estou habituadíssimo a subir e a descer aqueles dois lanços que, por vezes quando a pressa é muita a descer com dois pulos está feito, quase nunca me lembrando que o prédio tem uma cave...
Pois ontem aquela habitual descida não teve nada de habitual, ao final do primeiro lanço ao dar a curva ouço uns barulhos estranhos vindo da cave, alguém estava lá em baixo e pelos barulhos escondiam-se rapidamente. Abrando o passo imediatamente, e em uma fracção de segundos, olho para baixo segurando o corrimão com mais força, os meus olhos arregalaram-se, senti um calafrio da ponta dos cabelos a passar pelas minhas costas. Olho em frente, e com aquela imagem dos dois vultos a passarem lá em baixo esgueiradamente e dou o passo que tinha interrompido mais calmamente, não podia dar a entender que os tinha visto. Tentei acelerar o passo ao ritmo anterior para parecer tudo normal, o meu coração disparou, sentia-o na minha garganta, tinha de chamar a polícia, pensava eu enquanto me dirigia para a porta.
O meu carro estava mesmo em frente à entrada, saí e bati a porta como se fosse todo contente da vida para casa. Uma mão no telemóvel a outra no comando do carro, entro e ligo o carro, podia ser que as luzes os mantivesse quietos. Sentia a minha voz irregular, marquei o 112 e em com breves explicações transmiti o meu receio de haver dois suspeitos escondidos na cave do prédio.
Desliguei a chamada, o meu olhar não saia daquela entrada, aguardei uns momentos e ao olhar para trás vi os reflexos das luzes da policia a aproximarem-se. Desligaram-nas ao entrarem na rua, vi que eles não queriam assustar os possíveis fora-da-lei. Saio do carro. - É ali, estão lá dentro - disse eu.
Estacionam o carro e eu vou abrir a porta do prédio, foram 15 segundos longos, a chave não abre bem. Enquanto tento abrir a porta ouço o policia a dizer ao colega para trazer a metralhadora - Meu Deus! - pensava eu, estão mesmo a levar isto a sério.
Abro a porta, acendo a luz e novamente escutamos os barulhos, agora ainda mais assustados com as vozes provavelmente. Aponto o caminho para a cave e lá vão os 2 psp's... Eu fiquei cá em cima, sabe-se lá o que é que eles iriam encontrar lá em baixo, e se houvesse tiroteio não me estava a apetecer levar com um balázio. Começo a ouvir os barulhos de uma perseguição, e portas a bater, de repente um homem entra pela porta da frente, assustei-me aí sim assustei-me mesmo - Tenha calma, somos da polícia - deduzi que fossem PJ à paisana, aquilo estava mesmo a aquecer, a minha mente em alguns momentos via aquilo tudo como um filme, um puro filme, e eu era um dos personagens. A seguir entra outro à paisana e descem os dois. Os barulhos intensificam-se e começo a ouvir berros, apanharam um deles e o outro devia estar quase.
A minha curiosidade estava a roer-me, entretanto ouço um barulho que parecia um tiro, mas não tinha sido alto o suficiente para o ser. Tinha de descer e desci, espreitei só para ver o ambiente, vi dois rapazes, não aparentavam ser vagabundos, que fariam eles ali?
Acendo um cigarro, e após um pequeno interrogatório feito ainda lá em baixo trouxeram-nos para cima, aparentemente apenas estavam a dormir ali.
Tive uma certa pena deles, ao vê-los a passar na minha frente, 2 jovens 18-21 anos, aparentemente normais, revi-me na minha adolescência.
Saímos e notava na polícia uma certa calma a acentar nas suas vozes, o caso não era grave. Mesmo assim encostaram-nos à parede para os revistarem. A mim disseram que podia me ir embora, aí notei que iriam solta-los no fim de eu ter ido embora. Ainda bem pensei eu, acho que não adiantava nada prendê-los...
Escusado será dizer que ainda demorei algum tempo a adormecer depois daquela agitada fim de noite. Enfim...mais um dia para história.